| Biografia |
O advogado Felipe Eduardo Bretz adotou, desde 2009, a pintura "como aparelho para desligar a mente do trabalho, após às 20h". Duca Bretz, como é conhecido, brinca que o "estressado" diretor jurídico encontrou um novo caminho de aliar o exercício profissional à felicidade de pintar.
O dom surgiu nas reuniões de trabalho com "rabiscos" em papel. Em seguida veio o par caneta colorida e cartolina e só mais tarde acrílico sobre tela. E revela: "Peguei um quadro no quarto da minha filha, virei ao contrário e comecei a pintar minha primeira tela".
Hoje são mais de 400 obras de todo o tipo, diversificadas entre aquarela, pinturas com carvão vegetal, canetas e lápis, espalhadas em vários locais. Duca explica: "Presenteio os parentes e amigos com minha arte".
O reconhecimento de quem não se submeteu a nenhum mestre, diz Bretz, é ter sua obra eleita, pelo voto popular, na plataforma virtual Geração Alpha, como uma das três selecionadas entre tantas concorrentes de qualidade.
Pai de duas filhas que herdaram a profissão do pai, mas ainda não o dom artístico, Duca diz que a pintura não atrapalha o convívio familiar e tão pouco a carreira advocatícia. "Separo as horas de folga para tudo que me dá prazer, como a família, a pintura, a atividade física e o lazer". E finaliza: "Não há concorrência entre minhas atividades diárias".
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