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Artista : Jean Arp
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BIOGRAFIA
 
Arp, Jean
Strasbourg, Alsácia-Lorena, França, 1886
Basel, Suíça, 1966

Arp é uma personalidade peculiar dentro dos vários movimentos da vanguarda de que participa, ativamente, no circuito entre França, Alemanha e Suíça. Nascido num território ferozmente disputado entre a França e a Alemanha, Arp pertence às duas culturas e escreve poemas e artigos em francês e alemão. Sua biografia é uma viagem através dos principais movimentos de vanguarda da primeira metade do século XX. Após ter freqüentado a tradicional Academia de Artes em Weimer, Alemanha, e depois a conhecida Academia Julian, em Paris, insatisfeito, abandona as aulas e vagueia pela Suíça entre 1909 e 1911, onde encontra diversos artistas, entre os quais o inovador Paul Klee. Em 1912, Munique é um centro de efervescência das artes e Arp é atraído para o grupo que gira em torno de Kandinsky e Delaunay e participa da segunda mostra desse grupo denominado Der Blaue Reiter (O Cavaleiro Azul). Em 1913, Arp está em Berlim e expõe no I Salão de Outono, ao lado dos mais conhecidos expressionistas. Nesse mesmo ano, conhece Max Ernst, outro artista seminal do Modernismo. No ano seguinte, em Paris, antes da guerra eclodir, convive com Picasso, Modigliani e Appolinaire, entre outros artistas que elaboraram os fundamentos da arte do século XX. Na Suíça, durante a Primeira Guerra Mundial, Arp participa com intensidade do ambiente cultural marcado pela desilusão dos valores do sistema que levou à guerra. E nesse meio, em 1915, começa a trabalhar com objetos encontrados ao acaso, rudimentares, irracionais, mutilados, achados, quebrados, preconizando o espírito Dadá. Arp colabora com artigos e poemas em todas as publicações desse movimento e cria, nessa época, seus conhecidos relevos policromados. Ele manteve-se no centro de vários movimentos agressivos de vanguarda. Expôs na primeira mostra do grupo Surrealista, em 1930, apresentou-se com o grupo francês Cercle et Carré e se une ao grupo Abstraction-Création, em 1931. G.C. Argan observou que Arp almejava reconduzir a operação artística ao elementário do ato estético puro. Arte moderna como sinônimo de liberdade de expressão. Arp vive em Nova York entre 1949 e 1950. Sua obra influenciou Miró e Alexander Calder e toda a geração subseqüente.

Gabriela Suzana Wilder/Mac
 
19/02/2007

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