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Artista : Alcécio de Carvalho - Timbuca
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BIOGRAFIA
 
TIMBUCA- Alcécio de Carvalho
(CAMPOS, RJ, 1927)


TIMBUCA (novembro/2005) - rjtv novos talentos

FORMAÇÃO

De origem humilde, observador apurado radicado na Baixada Fluminense, aposentado, boemio assumido, usuário regular dos trens da Central do Brasil, torcedor apaixonado, pai-avô-tio de numerosa família, pintor e artesão sem qualificação. Caracteríssticas que foram fundamentais para sua formação autodidata como artista plástico.

Ao longo dos seus mais de setenta anos, já aposentado (no final dos anos 90) freqüenta regularmente a boemia da periferia, onde nas mesas de botequins estabelece e cresce uma amizade junto a um grupo de artistas contemporâneos, alguns dêles residentes ou freqüentadores da mesma comunidade (Baixada Fluminense), entre eles: Jorge Duarte, Jarbas Lopes, Marcos Cardoso, Edmilson Nunes, etc. e da troca de informações e experiências entre esse grupo e Alcécio de Carvalho, nasce o artista Timbuca, que apoiado por seus amigos, assume sua nova profissão e desde então desenvolve com extremo rigor plastico suas obras.

Já em 2000, participa de alguns eventos culturais locais (exposições, performances, shows de música e poesia) onde em alguns deles atuou apenas ajudando ao grupo no apoio e na organização desses movimentos e depois de algumas edições passou a integra-los também como artista plástico.

Em 2002, JORGE DUARTE, DENEIR MARTINS, JULIO SEKIGUSHI, RAIMUNDO RODRIGUES, RONALD DUARTE e ROBERTO TAVARES fundam o IMAGINÁRIO PERIFÉRICO, grupo que realiza eventos de arte contemporânea na periferia e interior do estado do Rio de Janeiro, nesse grupo Timbuca e Deneir passam a atuar e a mostrar suas obras (pinturas, objetos, manifestações performáticas, etc..)e, sua obra em particular, conquista mais admiradores entre os muitos artistas, criticos e curadores que colaboram ou participaram deste movimento.

Apoiado por Jorge Duarte, que mostra suas pinturas aos críticos de arte, curadores , Museus, Centros Culturais e especialmente à Galeria Anna Maria Niemeyer, que desde 2004 o representa.

Em julho de 2004, Jorge Duarte escreve:



Prestes a completar 79 anos e mergulhado por quase quatro anos em incessante atividade como artista visual, atividade que praticou em períodos esparsos anteriormente, Alcécio de Carvalho, o Timbuca, é hoje figura emblemática de artista e homem periféricos. Não só por ser morador em Fragoso, distrito de Magé, na Baixada Fluminense, ou ser o mais idoso dos artistas que participam das exposições do Imaginário Periférico, mas pelas qualidades estranhas, peculiares, excepcionais de sua obra, ela também periférica em relação à cartilha da arte contemporânea - tributária e traumatizada pelos frutos das vanguardas modernistas do século XX. Diante de olhares apressados sua obra pode parecer por demais ingênua, naif, mas é filha da sensibilidade extrema e da inteligência formal de um homem que submerge de si mesmo para garimpar na memória e no inconsciente, os motivos - símbolos, anedotas, ditos populares, paisagens de outrora, etc., com os quais constrói narrativas visuais plenas de lirismo, humor e crítica social. Quem o ouve explicar cada detalhe de suas obras percebe que Timbuca trabalha com quem reinventa a arte sem precisar consultar manuais, inventando seu próprio código visual. Enquadrar sua obra como qualquer "ismo" requer palavra nova. Proporia então o "timbuquismo", embora ele possa rapidamente ultrapassá-lo, ou se, lhe parecer conveniente, negá-lo.


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© Texto de Jorge Duarte publicdo na edição nº 84-Agosto-2004 do Atelier-guia mensal de artes plásticas, cortesia de Rosa Maria Corrêa-editora.






Já na primeira amostragem de suas obras em galerias, o colecionador Gilberto Chateaubriand, adquire um conjunto de pinturas que desde então passam a integrar sua coleção, em regime de comodato no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro e assim como êle outros colecionadores
 
10/02/2007

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