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Artista : Karl Schmidt-Rottluff
 
   
 
   
 
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BIOGRAFIA
 
Schmidt-Rottluff , Karl
Rottluff, Alemanha, 1884
Berlim, Alemanha, 1976


Pintor e gravador autodidata, incorporou o nome de sua cidade natal ao seu nome por considerá-lo muito comum. Em 1905, iniciou seus estudos de arquitetura, em Dresden. Nesse mesmo ano, junto com Heckel (1883-1970), Kirchner (1880-1938), Nolde (1867-1956), Müller (1874 -1930) e Barlach (1879-1938) fundou o grupo Die Brücke (A Ponte), primeiro núcleo expressionista da vanguarda artística alemã. O grupo propunha a união "dos elementos revolucionários em efervescência para a construção de uma frente comum" contra, entre outras coisas, as repercussões do impressionismo francês na confusa Alemanha desse período.
Die Brücke recupera a xilogravura como linguagem artística pois há, nessa técnica ilustrativa tradicional alemã, forte vínculo entre arte e comunicação, aspecto importante do programa expressionista dessa comunidade de artistas. Além disso, o trabalho gráfico sustentava a postura populista do movimento, que se mantém coeso até 1913.
Para Schmidt-Rottluff, a resistência da madeira na exploração dessa linguagem intensificou a crescente radicalização de sua poética em angulosidades, deformações e simplificações. Os contatos do artista com o Cubismo e com a Arte Africana fortificaram esse tratamento vivamente expressionista em suas produções.
Durante sua participação na Primeira Guerra Mundial, realizou esculturas em madeira. Suas pinturas, antes desse período, seguiam as características formais simplificadas das gravuras e apresentavam cores puras. Após a guerra, há o rebaixamento de cores e surge uma temática religiosa.
No final da década de 1920, viajou por vários países da Europa. Em Roma, freqüentou a Academia Alemã, na Villa Maximo. Após 1922, dedicou-se intensamente à gravura, parte privilegiada de sua obra.
Foi perseguido na Segunda Guerra Mundial. Seu ateliê foi destruído em bombardeio e teve várias obras apreendidas em museus alemães.
A partir de 1947, lecionou na Academia de Belas-Artes de Berlim. Empenhou-se para a formação do Museu A Ponte, aberto em 1967, em Berlim, reunindo a produção do Grupo.
Participou, entre outras exposições, da V Bienal de São Paulo (1959) e da XXX Bienal de Veneza (1960).


Maria Ângela Serri Francoio

Fonte : Mac/Sp
 
24/02/2007

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