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Artista : Carlos Delfino
 
   
 
   
 
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BIOGRAFIA
 
Delfino, Carlos
Volta Redonda, RJ, Brasil, 1964
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Em 1982, montou seu primeiro ateliê. Fez a primeira exposição coletiva no Masp e freqüentou por dois meses o ateliê do artista Carlos Fajardo. Ao mesmo tempo, criou imagens pintadas sobre papelão para uma gráfica que as reproduzia. Eram paisagens, todas relacionadas a temas rurais realistas cujo ponto de venda era a Praça da República. Numa tarde, durante a semana, passando pela praça se deparou com muitos trabalhos de sua autoria, todos espalhados pelo chão, sendo vistos por centenas de pessoas. A partir daquele momento, descobriu o seu potencial para fazer uma arte de estreito relacionamento com as pessoas. O pop, a arte para grandes massas, a arte pública. Os labirintos já existiam desde 1980 no seu trabalho. Foram desenvolvidos em intervalos dos desenhos de arquitetura na construtora Adolpho Lindenberg. Levou o trabalho do ateliê para rua. Os labirintos são iconográficos, são como pictogramas e interpretam a cidade como um espelho. Além de serem caligráficos, sua imagem é descrita em muitas culturas como representação mítica que simboliza desafio, conquista e posse. O labirinto também conduz o homem ao interior de si mesmo, a uma espécie de santuário escondido, no qual reside o maior mistério do ser humano: as profundezas do inconsciente. Em 1986, participou de algumas exposições e fazia grafite. Não conhecia o trabalho dos americanos e europeus. Mais tarde, descobriu que eram uma família distanciada culturalmente. Não existia Internet e não tinham acesso imediato à produção jovem internacional. Neste mesmo ano, o Tupinãodá se consolidou como núcleo de três artistas. Pintavam seis mãos e também faziam trabalhos individuais, utilizando não somente a pintura, mas também mídias eletrônicas, como painéis luminosos e raio laser. O Tupinãodá firmou-se e se tornaram conhecidos por utilizar a cidade como base para a arte. Em 1994, retomando a arquitetura e pesquisando novas possibilidades, começou a construir objetos infláveis, que lhe impressionam pela transformação. Quando insuflados, tomam grandes proporções. A chegada de novos materiais e da tecnologia tornou possível a realização de projetos inimagináveis há oito anos. Nesta exposição, optou pelos infláveis por serem objeto de sua atual pesquisa. Sendo, através deles, infinitas as possibilidades de mudança do cotidiano, transformando a energia eólica em peças sólidas, como num passe de mágica.

Josenalda S. Teles/Mac

 
19/02/2007

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