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Artista : Cleber Gouvea
Algumas Obras do artista...

                             
 
 
 
 
                                   
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BIOGRAFIA
 

Fonte: www.itaucultural.org.br/Galeria Bauhaus

Pintor, gravador. Cleber Gouvêa (Uberlândia MG 1942) cursa pintura mural com Geraldo Queiroz em 1954, e conhece o escultor Franz Weissmann e sua obra em 1957. Em 1958, aperfeiçoa-se em pintura com Alberto da Veiga Guignard e estuda cerâmica, litografia e gravura. Como professor, atua no Instituto de Belas Artes de Goiânia em 1962 e no Instituto de Artes da Universidade Federal de Goiás desde 1979. Entre as exposições de que participa, destacam-se: Salão Municipal de Belas Artes, Belo Horizonte, 1959, Bienal de Artes Plásticas, Goiânia, 1969; Bienal Internacional de São Paulo, 1971/1975; Salão de Arte Moderna, Rio de Janeiro, 1975; Bienal Nacional, São Paulo, 1976; Salão Nacional de Artes Plásticas, Rio de Janeiro, 1982; Ofício da Arte, no Sesc, São Paulo, 1987; Cleber Gouvêa, na Fundação Jaime Câmara, Goiânia, 1997.


NASCIMENTO
1942 - Uberlândia MG

LOCAIS DE VIDA
1958/1961 - Belo Horizonte MG
1961 - Goiânia GO

FORMAÇÃO
1954 - Uberlândia MG - Estuda pintura mural com Geraldo Queiroz
1957c. - Belo Horizonte MG - Entra em contato com a obra do escultor Franz Weissmann em sua fase construtivista
1958c. - Belo Horizonte MG - Aperfeiçoa-se em pintura com Alberto da Veiga Guignard, e estuda também Cerâmica, Litografia e Gravura

ATIVIDADES EM ARTES VISUAIS
1962 - Goiânia GO - Leciona gravura no Instituto de Belas Artes
1979 - Goiânia GO - Leciona pintura, como professor titular, no Instituto de Artes da UFG desde 1979



ESCOLAS/MOVIMENTOS
Construtivo: Construção Simbólica

GÊNEROS/TENDÊNCIAS
Composição com fósseis, textos e formas geológicas, Composição Abstrata Geométrica



TEXTOS CRÍTICOS

"(...) a pintura de Cleber Gouvêa não resulta apenas de uma emoção sensorial, por isso ela age e comunica tal como se fora uma obra mágica, abrangendo a visão ótica e paraóptica; não se restringe à dimensão e ao contorno das formas e à harmonia rítmica das cores porque se estende a reminiscências e a sensações, a angústias e depressões, o que empresta polivalência física e psíquica às suas composições. Por essa razão é que, no momento, Cleber Gouvêa talvez seja o único pintor que explora uma temática fundada na cosmogonia, na medida em que ela atinge o mistério de todos os seres em formação, haja vista a sua tendência no sentido de agigantar formas orgânicas que são transfiguradas nas profundezas de seu universo interior. (. . . . ) Uma pintura gestual, onde a sobriedade da forma e a redução da cor a escalas sombrias causam efeitos dramáticos, principalmente quando os símbolos perdem suas conotações com o real e se transformam caligraficamente em estruturas revestidas de rara força de expressão. Cleber Gouvêa é, dessarte, o homem e o artista que vive, dia a dia, na conquista alquímica da forma, da textura e da cor (...). "

Hugo Auler

FIGUEREDO, Aline. Artes Plásticas no Centro-Oeste. Aline Figueredo. Cuiabá, UFMT, MACP, 1979. Bibliografia.



"Cleber Gouvêa vem realizando uma pintura de resultado abstracionista, através de uma constante pesquisa de texturas e de formas. Essas formas, entretanto, nem sempre são desvinculadas de uma representação figurativa, visto que podem estabelecer conotações diversas. Muitas vezes, por exemplo, ele parte de associações de formas minerais ou vegetais, fazendo closes de pequenos detalhes que lembram pedaços internos de pedras ou de folhas, cuja textura e coloração é levada para a tela. Aliás, o artista afirma que sua pintura sofre a influência de seu cotidiano. Depois de fazer um estudo sobre geologia, ele desenvolveu uma série de pinturas que poderiam ser comparadas a crustáceos fossilizados, cortados e cravados na pedra. Da mesma forma se pode observar, mais recentemente, na série das ALADAS, onde ele parte exatamente da textura, da forma e da cor da asa da libélula. Essas sugestões, porém, são apenas motivações de onde o artista parte para a sua pintura (...). Ao mesmo tempo em que se ocupa das forma
 
Fonte: Galeria Bauhaus - 17/05/2007

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