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Artista : Antônio Bandeira (1922-1967)
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BIOGRAFIA
 
BANDEIRA, Antonio
(1922, Fortaleza, CE - 1967, Paris, França)

Ainda no Ceará, participou da fundação do Centro Cultural Cearense de Artes Plásticas (1940). Em 1945 transferiu-se para o Rio de Janeiro em companhia de Jean-Pierre Chabloz, Raimundo Feitosa e Inimá de Paula, e com eles expôs na Galeria Askanasy. Em 1946 seguiu para Paris, dando início a uma brilhante carreira com exposições pelo Brasil, pela Europa e pelos Estados Unidos. Em Paris, tornou-se amigo de Wols, amizade que, segundo depoimento do próprio Bandeira, teria sido fundamental para seu desenvolvimento artístico. Segundo Flávio de Aquino, é na "abstração informal, lírica, livre, sábia mas sem cálculos geométricos, que nasce o verdadeiro talento de Bandeira". Em 1995, o Museu de Arte de São Paulo e o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro inauguraram mostra retrospectiva de sua obra sob curadoria de Vera Novis.

Referências: História geral da arte no Brasil (Instituto Walther Moreira Salles/Fundação Djalma Guimarães, 1983), coordenação de Walter Zanini; Arte brasileira (Colorama, 1985), de Walmir Ayala; Seis décadas de arte moderna na coleção Roberto Marinho (Pinakotheke, 1985), texto sobre Bandeira de autoria de Carlos Roberto Maciel Levy; Entre dois séculos: arte brasileira do século XX na coleção Gilberto Chateaubriand (JB, 1987), de Roberto Pontual; Uma visão da arte no Ceará (Galeria Ignez Fiuza, 1987), de Roberto Galvão; Brasil-França: cinco séculos de sedução (Espaço e Tempo, 1989), texto de Mario Carelli, fotografia de Ivan Lima; 150 anos de pintura no Brasil: 1820/1970 (Ilustrado pela coleção Sergio Fadel, Colorama, 1989), de Donato Mello Júnior, Ferreira Gullar e outros; Dacoleção: os caminhos da arte brasileira (Júlio Bogoricin Imóveis, 1986) e Cronologia das artes plásticas no Rio de Janeiro: 1816-1994 (Topbooks, 1995), de Frederico Morais; Museus Castro Maya (Agir/Banco Boavista, 1994); Antonio Bandeira: um raro (Salamandra, 1996), de Vera Novis; Pintura brasileira do século XX: trajetórias relevantes (4 Estações, 1998), de Olívio Tavares de Araújo; Coleção Aldo Franco (Pinakotheke, 2000), de Jacob Klintowitz; Arte brasileira na Coleção Fadel: da inquietação do moderno à autonomia da linguagem (A. Jakobsson, 2002), de Paulo Herkenhoff.


fonte : Bolsa de Arte do Rio de Janeiro


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Artista : Antonio Bandeira

BIOGRAFIA
Bandeira, Antonio (1922 - 1967)



Biografia

Antonio Bandeira (Fortaleza CE 1922 - Paris, França 1967). Pintor, desenhista, gravador. Inicia-se na pintura como autodidata. Em 1941, em Fortaleza, participa, ao lado de Mário Baratta (1915-1983), entre outros, da criação do Centro Cultural de Belas Artes - CCBA, que dá origem, em 1943, à Sociedade Cearense de Artes Plásticas - SCAP. Em 1945, transfere-se para o Rio de Janeiro e, no ano seguinte, realiza sua primeira exposição individual, no Instituto dos Arquitetos do Brasil - IAB/RJ. Contemplado pelo governo francês com bolsa de estudos, permanece em Paris de 1946 a 1950. Freqüenta a École Nationale Supérieure des Beaux-Arts [Escola Nacional Superior de Belas Artes] e a Académie de La Grande Chaumière, mas, em busca de uma arte não acadêmica, deixa essas instituições. Entre 1947 e 1948 participa de dois importantes eventos: o Salon dAutomne e o Salon dArt Libre. Em Saint-Germain-des-Près toma parte em reuniões de artistas como Camille Bryen (1907) e Bernard Quentin. Com Bryen e Wols (1913-1951), de quem se torna amigo, forma o Grupo Banbryols (ban de Bandeira; bry de Bryen; e ols de Wols), que dura de 1949 a 1951. De volta ao Brasil, em 1951, instala-se no ateliê do amigo escultor José Pedrosa (1915-2002), onde também trabalha o pintor Milton Dacosta (1915-1988) e apresenta-se na 1ª Bienal Internacional de São Paulo. Em 1952, cria um mural para o Instituto dos Arquitetos do Brasil - IAB/SP, em São Paulo. Retorna a Paris em 1954 em razão do Prêmio Fiat, obtido na 2ª Bienal Internacional de São Paulo, mas não deixa de expor no Brasil. Permanece na Europa até 1959, passando pela Inglaterra e Bélgica, onde, em 1958, realiza um painel para o Palais des Beaux-Arts. Ao retornar ao Brasil tem uma atividade artística intensa, participa de importantes exposições, em paralelo a mostras em Paris, Munique, Verona, Londres e Nova York. Em 1961, edita um álbum de poemas e litogravuras de sua autoria, e, no mesmo ano, João Siqueira realiza um curta-metragem sobre a obra do pintor. Volta a Paris em 1965, onde permanece até sua morte.



Atualizado em 09/06/2005
fonte : Itaú Cultural

22/02/2007




 
Fonte: Bolsa de Arte do RJ/Itaú Cultural - 05/05/2007

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