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Artista : Mira Schendel
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BIOGRAFIA
 
SCHENDEL, Mira
(1919, Zurique, Suíça - 1988, São Paulo, SP)

Brasileira naturalizada, chegou ao país em 1949. No início morou em Porto Alegre. Mais tarde se transferiu para São Paulo, onde residiu até o fim de sua vida. Realizou suas duas primeiras individuais ainda em Porto Alegre, em 1950 e 1952. Em 1954, expôs no Museu de Arte Moderna de São Paulo. A partir de então, seu percurso expositivo rompeu as fronteiras nacionais, marcando espaço em diversas galerias européias e norte-americanas. Marcou presença ainda na Bienal de Veneza (1968 e 1978) e conquistou medalha de ouro na II Trienal da Índia, Nova Delhi (1971). Participou diversas vezes da Bienal de São Paulo (1951, 1955, 1963, 1965, 1967, 1969, 1981, 1989, 1994 e 1998, com prêmio de aquisição em 1967 e sala especial em 1994). Entre as exposições mais recentes de sua obra, merecem destaque: Centro de Arte Hélio Oiticica (Rio de Janeiro, 1997), Nova Galeria (São Paulo, 1999), Galeria Nacional do Jeu de Paume (Paris, 2001), Galeria André Millan (São Paulo, 2002) e Galeria Oscar Cruz (Rio de Janeiro, 2002).

Referências: Arte como medida (Perspectiva, 1982), de Sheila Leirner; Entre dois séculos: arte brasileira do século XX na coleção Gilberto Chateaubriand (JB, 1987), de Roberto Pontual; Dacoleção: os caminhos da arte brasileira (Júlio Bogoricin Imóveis, 1986), Crônicas de amor à arte (Revan, 1995, p. 82-84) e Cronologia das artes plásticas no Rio de Janeiro: 1816-1994 (Topbooks, 1995), de Frederico Morais; A forma difícil (Ática, 1996), de Rodrigo Naves; No vazio do mundo (Marca DÁgua, 1996), organização de Sônia Salzstein; Arte na América Latina (Cosac & Naify, 1997), de Dawn Ades; Acadêmicos e modernos: textos escolhidos III (Edusp, 1998), de Mário Pedrosa, organização de Otília Arantes; Arte construtiva no Brasil: coleção Adolpho Leirner (DBA, 1998), coordenação editorial de Aracy Amaral; Anos 60: transformações da arte no Brasil (Campos Gerais, 1998), de Paulo Sergio Duarte; Mira Schendel (Cosac & Naify, 2001), de Maria Eduarda Marques; Marcantonio Vilaça (Cosac & Naify, 2001); Arte brasileira na Coleção Fadel: da inquietação do moderno à autonomia da linguagem (A. Jakobsson, 2002), de Paulo Herkenhoff.

fonte : Bolsa de Arte do Rio de Janeiro

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Schendel, Mira (1919 - 1988)



Biografia

Myrrha Dagmar Dub (Zurique, Suíça 1919 - São Paulo SP 1988). Desenhista, pintora, escultora. Muda-se para Milão, Itália, na década de 1930, onde estuda arte e filosofia. Abandona os estudos durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). Estabelece-se em Roma em 1946, e, em 1949, obtém permissão para mudar-se para o Brasil. Fixa residência em Porto Alegre, onde trabalha com design gráfico, faz pintura, escultura de cerâmica, restauro de imagens barrocas e poemas, assinando com seu nome de casada Mirra Hargesheimer. Sua participação na 1ª Bienal Internacional de São Paulo, em 1951, permite contato com experiências internacionais e a inserção na cena nacional. Dois anos depois muda-se para São Paulo e adota o sobrenome Schendel. Na década de 1960 realiza desenhos em papel-arroz. Em 1966, cria a série Droguinhas, elaborada com papel-arroz retorcido e trançado, que é apresentada em Londres, na Galeria Signals, por indicação do crítico Guy Brett (1942). Nesse ano, passa por Milão, Veneza, Lisboa e Sttutgart. Conhece o filósofo e semiólogo Max Bense (1910 - 1990), que contribui para a realização de sua exposição em Nurembergue, Alemanha, e é autor do texto do catálogo. Em 1968 começa a produzir obras utilizando o acrílico, como Objetos Gráficos e Toquinhos. Entre 1970 e 1971 realiza um conjunto de 150 cadernos, desdobrados em várias séries. Na década de 1980, produz as têmperas brancas e negras, os Sarrafos e inicia uma série de quadros com pó de tijolo. Após sua morte, em 1988, muitas exposições apresentam sua obra dentro e fora do Brasil e, em 1994, a 22ª Bienal Internacional de São Paulo lhe dedica uma sala especial. Em 1997, o marchand Paulo Figueiredo doa grande número de obras da artista ao Museu de Arte Moderna de São Paulo - MAM/SP.


Atualizado em 14/07/2006

Fonte: Itaú Cultural - 13/03/2007




 
Fonte: Bolsa de Arte do Rio de Janeiro/Itaú Cultural - 22/05/2007

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