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Artista : Gianguido Bonfanti
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BIOGRAFIA
 
1948-1957
Gianguido Bonfanti nasce em São Paulo no dia 5 de outubro em uma família italiana, sendo o primogênito de Bianca e Gianfranco Bonfanti. Apesar de viverem no Rio de Janeiro, transferem-se, por dois anos, para a cidade de São Paulo devido ao trabalho de seu pai. Em 1950, nasce sua primeira irmã, Anna Claudia. Em seguida a família retorna ao Rio definitivamente. Em 1957, nasce sua irmã caçula, Renata Bonfanti. De espírito inquieto, sua primeira infância se passa na colônia italiana do Rio de Janeiro.

1962
Em paralelo aos estudos escolares, inicia seu aprendizado como artista, freqüentando o ateliê de Poty Lazzarotto, companheiro de seu pai na Escola de Belas Artes do Rio de Janeiro. Amigo da família até o fim da vida, Poty torna-se seu mestre. Durante o aprendizado, viajam com freqüência para Curitiba, capital do Paraná (cidade natal de Poty), e para Minas Gerais, onde cidades históricas como Ouro Preto e Mariana se oferecem como um manancial a partir do qual Gianguido e Poty desenham, fazendo surgir casarios e paisagens dessas pequenas cidades barrocas.

1967
Expõe pela primeira vez ao lado de outros artistas, também jovens, na Galeria Santa Rosa, Rio de Janeiro. Nesse mesmo ano, em companhia de um casal amigo de seus pais, conhece a Itália, entrando em contato com o ramo italiano da família.

1968
Ingressa no curso de arquitetura da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Trabalha em escritórios de arquitetura como estagiário. Preservará para sempre sua admiração e desejo contido pela arquitetura. Muitas vezes, de uma forma nostálgica, pensa na Renascença como a possibilidade perdida de unir a pintura à arquitetura.

1971
Por intermédio do Consulado Italiano do Rio de Janeiro obtém sua transferência para a faculdade de arquitetura em Roma. Viaja acompanhado de sua primeira mulher, Leonarda Musumeci, com quem vivia desde o ano anterior. Ao chegar, o desejo de pintar torna-se imperativo e Bonfanti sequer procura a faculdade de arquitetura, dirigindo-se à Academia dei Belle Arti, onde presta exame e, obtendo bons resultados, passa a freqüentar o ateliê de modelo vivo e as aulas de gravura em metal da Academia. Esse passo define uma mudança importante em sua vida, determinando-lhe a carreira. Nesse processo, um encontro marca sua procura: uma exposição de gravuras em metal, dos anos 20 e 30, de Pablo Picasso, em uma pequena galeria de subsolo na praça do Pantheon, em Roma. A pureza das linhas sobre o fundo impecavelmente branco, a capacidade de síntese gráfica, porém, altamente expressiva daquelas gravuras, ficam como um ensinamento jamais esquecido.

1973
Ao retornar ao Brasil, realiza sua primeira exposição individual: "G. Bonfanti", na Galeria do Centro Cultural Lume, no Rio de Janeiro, com os desenhos produzidos durante a temporada em Roma.

1974
Enriquecido pelos dois anos vividos na Itália, Bonfanti retorna ao país num momento de turbulência política e social: a década de 1970 se passa sob as fortes amarras da ditadura militar. Nesse cenário, a produção cultural é, por si só, um foco de resistência. Buscando uma inserção, Bonfanti começa a freqüentar a Escolinha de Arte do Brasil (EAB) para aprofundar seus estudos em gravura, sob a orientação de Marília Rodrigues. A EAB, fundada por Augusto Rodrigues (artista plástico, também amigo de seu pai), é um importante núcleo de resistência, formando professores e artistas. Augusto Rodrigues introduz o ensino da arte-educação no país em consonância com as diretrizes teóricas de Herbert Read na Inglaterra.

1974-1975
Realiza mostra individual: "Desenhos de G. Bonfanti", no Museu de Arte Contemporânea do Paraná, em Curitiba.
Nesse período, Bonfanti tem um importante reconhecimento através de quatro premiações: 1o lugar na categoria Desenho da 3ª Mostra de Artes Visuais na Cidade de Niterói (RJ); prêmio na categoria Desenho no 31º Salão Paranaense, e o prêmio de Isenção de Júri no 23º Salão de Arte Moderna do Rio de Janeiro. Recebe no ano seguinte, o prêmio na categoria Desenho no 2o Concurso Nacional de Artes Plásticas.
Em 1975, sob a influência de Poty, que tem uma atividade intensa como ilustrador, principalmente de livros como os romances de Guimarães Rosa, Bonfanti resolve enveredar nessa experiência durante um período de sua vida, o qual se estende até 1978.

1975-1978
Ilustra vários jornais e revistas, entre os quais Pasquim, Ele & Ela, Jornal do Brasil e O Globo.
Em 1976, uma crise pessoal se anuncia, fazendo-se sentir, primeiramente, em sua produção plástica: ao hospedar-se em um sítio de um amigo, encontra na biblioteca um livro sobre doenças tropicais; fica bastante impactado e, ainda no cenário de resistência política brasileira diante da ditadura militar, decide desenvolver um projeto de denúncia social através da reprodução de doenças comuns no Brasil nas populações menos abastadas. Bonfanti passa a freqüentar o Instituto de Doenças Tropicais do Rio de Janeiro com intuito de produzir gravuras que reproduzam, na íntegra, algumas dessas doenças.
Em seguida, o artista se dirige ao Setor de Anatomia do Instituto Hahnemanniano para fotografar cadáveres, a partir dos quais pretende produzir fotogravuras somadas ao recurso da intervenção gráfica. Ao longo desse percurso, que teve a duração de quase dois anos, Gianguido se separa da primeira mulher, enfrentando uma crise emocional que inviabiliza sua disponibilidade interna para o trabalho plástico. Com isso, seu projeto fica inacabado.
Em 1978, volta-se para trabalhos coletivos: projeta um teatro em uma pequena sala do Centro Cultural Cândido Mendes, na qual se dá a montagem da peça As gralhas (baseada em um texto de Kafka), cujo cenário é também de sua autoria [1]. Nesse período, em função da crise pessoal, o artista inicia um processo psicanalítico com Mário Romaguera, que se desenvolve por quatro anos, até meados de 1982.
Ainda em 1978, começa a dar aulas de gravura e fotogravura na Escola de Artes Visuais do Parque Lage (EAV). Nesse período, sob a direção de Rubens Gerchman (1975-1980), o Parque Lage assume seu lugar de ponta na formação de artistas e produções culturais, tornanando-se a mais importante escola de artes da América Latina nos anos 70. É freqüentada por um número expressivo de artistas e intelectuais, tornando-se mais um lugar de resistência ao regime militar.

1979
O ano de 1979 é um marco na vida de Bonfanti; com vigor retorna ao trabalho de gravura e desenho, cuja temática é perpassada pela experiência pessoal de análise. O afloramento da fantasmagoria familiar é incontinente e resulta em uma série de oito gravuras acrescida de um grande número de desenhos a bico de pena.
Insinua-se aqui a passagem do desenho para a pintura: o fundo, nos desenhos anteriores, totalmente em branco está agora ocupado.
Participa da 2ª Mostra Anual de Gravura da Cidade de Curitiba, conquistando o Prêmio de Aquisição.
Esse ano marca também o "namoro" de Bonfanti com a cor, até então excluída de sua produção. Inicia alguns trabalhos em pastel seco como mais um passo para a pintura. A abstração que encontramos mais adiante já se anuncia em partes da composição. O bastão de pastel seco é um instrumento a meio caminho do desenho e da pintura, seu contato com a mão é equivalente ao do carvão ou do lápis, e o resultado pode ser o da plena pintura, como em Degas.
Faz, ainda, a capa e ilustrações do livro Sangue, papéis e lágrimas, de Doc Comparato (Rio de Janeiro: Editora Codecri).

1980-1981
A empreitada de estudos e investimento no campo da pintura se acirra e estender-se-á por toda uma década. Faz pesquisas em ateliê de restauração com Marilka Mendes e Edson Motta Filho. Também se dedica ao estudo em livros especializados, buscando as melhores soluções para os problemas técnicos da pintura e sua melhor conservação. A preocupação com a permanência e a durabilidade da obra é uma constante no artista.
Leciona gravura de 1980 até 1982 na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Em 1980 tem como aluna sua futura mulher, Marisa Schargel Maia.
Esses dois anos são anos de grandes mudanças pessoais: casa-se com Marisa em 9 de maio de 1981, apesar da resistência de ambas as famílias pela súbita decisão. Constitui nova residência, continuando, no entanto, a morar em Santa Teresa, bairro antigo da cidade, caro aos intelectuais e artistas.
Ainda num diálogo com a arquitetura, elabora o projeto e acompanha a construção do ateliê de gravura em metal da Fundação José Augusto, em Natal (RN), proferindo o curso inaugural da instituição. Nesse mesmo período, a Biblioteca Câmara Cascudo, na mesma cidade, organiza sua mostra individual: "GianguidoBonfanti - desenhos e gravuras".
Agora, tomado pela cor, Bonfanti conquista o prêmio na categoria Desenho do 5º Salão Carioca de Arte do Rio de Janeiro com seus pastéis secos.
A galeria GB Arte apresenta sua individual no Rio de Janeiro: "Bonfanti - pastéis e gravuras".

1982
Dá-se inicio a um longo período de reclusão no ateliê que se estenderá até 1985, no qual Bonfanti se entrega à pintura a óleo, estabelecendo um diálogo com a história da pintura que atravessa o retrato, assunto recorrente em todas as épocas, a referência fundamental de Francis Bacon, Edward Munch e, mais adiante, a transvanguarda de Sandro Chia e Mimmo Paladino.
1983-1985
Nasce Pérola, primeira filha, no dia 30 de dezembro de 1983.
Afetado pela experiência da gestação de sua mulher, a pintura muda de rumo: na busca do lúdico, do infantil no Homem, aproxima-se de Miró.
Interrompe a atividade didática na Escola de Artes Visuais durante esse período.
No decorrer desses dois anos, leciona desenho de modelo vivo e pintura no Museu de Arte Moderna (MAM), Rio de Janeiro.
Após o tempo de reclusão, em 1985, o marchand Franco Terranova organiza uma grande mostra de suas telas a óleo e guaches na galeria Espaço Petite Galerie: "Gianguido Bonfanti - pinturas e guaches 1983-1985".
Nessa ocasião, o maior colecionador de arte contemporânea do Brasil, Gilberto Chateaubriand, ao visitar a exposição adquire três telas de grandes formatos, dando início a uma coleção que hoje conta com mais de quarenta obras.
No dia 18 dezembro de 1985, Gianfranco Bonfanti, seu pai, falece ao completar 61 anos de idade.

1986-1987
Após a morte de seu pai, Bonfanti, além da atividade didática e da pintura, dedica-se à reorganização familiar, tanto emocional quanto financeira: sua mãe Bianca e sua irmã Anna Claudia necessitam de apoio.
Sob a direção de Frederico Morais, novo diretor da Escola de Artes Visuais, Bonfanti ocupa-se do projeto de reformulação de sua estrutura pedagógica, assumindo o curso de modelo vivo. Deste momento em diante, não mais interromperá a atividade docente na EAV. Durante esses dois anos, também leciona desenho e pintura na Faculdade da Cidade do Rio de Janeiro.
Em paralelo à atividade docente, a experiência na pintura em direção à pura abstração continua, Bonfanti é levado a seu fundador, Kandinsky; estuda a obra do mestre nos campos teórico e pictórico, o que lhe permitirá entender melhor a linguagem das formas e das cores para além do assunto. Nesse processo, busca desenvolver um olhar capaz de ler uma obra plástica por suas pulsações. Essa pesquisa formal chega à síntese em 1987, agora sob a influência de Frank Stella.
Em meio às fortes cores desta fase, nasce, no dia 5 de agosto, Flora, sua segunda filha.

1988-1990
Depois de um período de cinco anos de visitas ao ateliê, o marchand Thomas Cohn (1988) organiza em sua galeria, Thomas Cohn Arte Contemporânea, uma mostra individual de suas pinturas geométricas: "Bonfanti".
É de Thomas Cohn a frase: "Quando não se pensava que algo ainda pudesse ser feito na geometria, surgem as suas telas!" A crítica especializada caracteriza essa nova fase como um momento radical de mudança que contém, no entanto, núcleos do trabalho anterior. Aquilo que nem o artista tem consciência é que outra mudança está por vir: ao retornar ao trabalho de ateliê após a mostra, a pintura formal com cores chapadas e opacas passa a lhe trazer sensações de aprisionamento. Bonfanti deixa a geometria e busca as velaturas, as superposições e a organicidade.
Em 1989, visita Nova York pela primeira vez, recebendo o impacto da efervescente metrópole com suas 400 galerias de arte e museus.
Dedica-se, também, ao estudo e ao debate sobre a estética e a problemática da arte na contemporaneidade: organiza e coordena o Fórum de Idéias na Escola de Artes Visuais.
Em 1990, acrescenta o curso de composição à sua atividade docente, utilizando o livro de Kandinsky: Ponto e linha sobre o plano como base.

1991
A pesquisa do período anterior desemboca na exposição, organizada por Paulo Figueiredo, na Paulo Figueiredo Galeria de Arte, em São Paulo: "Bonfanti" . Já nesse momento, Daniel Piza acompanha sua produção, escrevendo uma crítica para o jornal Estado de S. Paulo: "Pintura evolui da geometria ao erotismo".
No âmbito didático, o Museu Alfredo Andersen, através da Secretaria de Cultura do Estado do Paraná em Curitiba, convida-o a ministrar um workshop teórico e prático sobre composição.

1992-1996
Inicia-se novo e longo período de reclusão ao ateliê. A figuração retorna lentamente, acompanhada de velaturas de cores complementares, filtros de violetas de cobalto sobrepondo-se
a fundos de laranja de cádmio.
A violência do gesto despeja empastos de óleo sobre a tela. É sua fase vermelha, que se estende até início de 1999.
De passo ao trabalho de ateliê, Bonfanti dá continuidade a seus estudos de história da arte e de estética. Em uma certa medida,
a experiência abstrata o enriquece e, ao mesmo tempo, lhe dá segurança para retornar ao figurativo, permitindo-lhe, agora, distanciar-se, ainda mais, do assunto do quadro para olhar a pintura por ela mesma. Além do mais, o panorama conturbado da arte contemporânea o obriga a refletir: em 26 de maio de 1996 publica no caderno Idéias/Livros do Jornal do Brasil o artigo "A guerra da pintura", denunciando as verdadeiras razões que levaram à afirmação, tão corriqueira, que a pintura não mais sustenta a potência para o diálogo com a atualidade.
No mesmo ano, o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro organiza uma grande individual: "Bonfanti". Essa mostra conta com 15 óleos em grandes formatos da série vermelha e um núcleo de desenhos e gravuras da década de 1970 como matriz das novas pinturas. A crítica recebe esta exposição com entusiasmo, um número considerável de artigos é publicado. Destaque especial para Wilson Coutinho, que acompanha seu trabalho desde 1981. O crítico escreve diversas matérias, entre elas a do jornal O Globo, em 4 de maio de 1996: "Dos desenhos às pinturas de alta qualidade".
Nesse mesmo ano, Bonfanti tem outro encontro importante:
em uma viagem a Nova York, vasculhando a livraria do
Museum of Modern Art, se depara com o livro do artista
inglês Frank Auerbach.

1997-1999
Esse é um período conturbado em sua vida: sua mãe, Bianca, definha lentamente devido à doença de Parkinson; por questões de trabalho, sua irmã, Renata, muda-se com o marido e os dois filhos para a Argentina; a mãe de sua mulher é acometida por uma doença grave e falece em poucos meses, janeiro de 1998.
Esses fatos provocam uma reviravolta familiar, levando Gianguido a se aproximar da família de sua mulher.
De novo, afetado pelo mundo e, em meio a uma crise pessoal, retoma seu processo de análise, desta vez com Sherrine Borges.
Bonfanti vive outra mudança em sua paleta. Dá-se início outra fase, em que os ocres, os terras, os cinzas, o branco e o preto dominam.

2000
Com Mauro Nogueira, elabora o projeto arquitetônico da
Anita Schwartz Galeria, na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, inaugurando a galeria com uma individual: "Bonfanti". Enquanto, o Museu Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro organiza outra mostra com telas e bicós-de-pena. Como resultado de sua reflexão sobre a teoria e a prática da pintura, Bonfanti escreve o texto do catálogo dessas mostras: "É no
plano das sensações que a criação atinge sua plena potência, possibilitando, portanto, a obra de arte transcendente".

2001-2002
Incentivado pelo crítico Wilson Coutinho a participar em uma coletânea que reúne 100 auto-retratos de artistas brasileiros, Bonfanti inaugura uma nova etapa, produzindo uma série
de auto-retratos em que inicialmente a influência de Frank Auerbach é visível.
O Museu Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro organiza mostra individual, incluindo, além das telas em grandes formatos, a série de auto-retratos, as gravuras em metal e
os desenhos a bico-de-pena.
Para esta mostra foi editado um livro/catálogo que cobre
sete anos de trabalho (1995-2002).

2003-2005
O ano de 2003 começa com duas importantes críticas sobre
a exposição do ano anterior: Wilson Coutinho escreve para
o jornal O Globo, no dia 10 de janeiro de 2003: "Na contracorrente da arte atual". Daniel Piza, escreve para a
revista Bravo, editada em São Paulo: "A exceção neofigurativa".
Em setembro desse ano, Bonfanti toma conhecimento, através de uma aluna, Christéle Guerard, do Ano do Brasil na França.
A partir do interesse de Bonfanti pelo evento, Christéle se prontifica a levar seu livro para a apreciação de Jean-Paul Lefevre, adido cultural da França no Rio de Janeiro. Inicia-se, então, um processo que se desdobra na exposição individual na Galerie Le Troisième Oil, em Paris, em setembro de 2005 e na edição deste livro.
Em 2004, o Museu de Arte Metropolitano de Curitiba (PR) organiza uma mostra individual com 30 trabalhos: "Gianguido Bonfanti".
Ilustra, o livro Caligrafias, de Adriana Lisboa (Rio de Janeiro: Editora Rocco) e a capa de Extremos da alma, de Marisa Schargel Maia (Rio de Janeiro: Editora Garamond).
Em 2005, Bonfanti dá continuidade à atividade de ensino na EAV e dedica-se ao projeto deste livro e da exposição em Paris.

EXPOSIÇÕES INDIVIDUAIS

1973
"G. Bonfanti", Galeria do Centro Cultural
Lume, Rio de Janeiro.
1974
"Desenhos de G. Bonfanti", Museu de Arte
Contemporânea do Paraná, Curitiba.
1980
"Desenhos e gravuras de G. Bonfanti",
Biblioteca Câmara Cascudo, Natal.
1981
"Bonfanti, pastéis e gravuras",
Galeria GB Arte, Rio de Janeiro.
1985
"Gianguido Bonfanti, pinturas e guaches,
1983-1985", Espaço Petite Galerie, Rio de Janeiro.
1988
"Bonfanti", Thomas Cohn Arte Contemporânea, Rio de Janeiro.
1991
"Bonfanti", Paulo Figueiredo Galeria de Arte,
São Paulo.
1996
"Bonfanti", Museu de Arte Moderna,
Rio de Janeiro.
2000
"Gianguido Bonfanti 1996-2000", Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro.
"Gianguido Bonfanti 1996-2000", Anita Schwartz Galeria,
Rio de Janeiro.
2002/2003
"Bonfanti", Museu Nacional de Belas Artes,
Rio de Janeiro.
2004/2005
"Gianguido Bonfanti", Museu Metropolitano
de Arte de Curitiba.
2005
"Bonfanti, peintures et dessins", Galerie Le Troisième Oil, Paris.
2006
"Bonfanti, peintures et dessins", Galerie Le Troisième Oil, Bordeaux.


EXPOSIÇÕES COLETIVAS

1967
Galeria Santa Rosa, Rio de Janeiro.
1973
30º Salão Paranaense, Museu de Arte Contemporânea do Paraná, Curitiba.
1974
6º Salão de Verão, Museu de Arte Moderna,
Rio de Janeiro.
Panorama da Arte Atual Brasileira,
Museu de Arte Moderna, São Paulo.
3ª Mostra de Artes Visuais do Estado
do Rio de Janeiro, Niterói.
31º Salão Paranaense, Curitiba, Paraná.
1975
7º Salão de Verão, Museu de Arte Moderna,
Rio de Janeiro.
24º Salão Nacional de Arte Moderna,
Museu de Arte Moderna, Rio de Janeiro.
2º Concurso Nacional de Artes Plásticas,
Goiânia, Goiás.
"Gianguido Bonfanti, Fernando Tavares",
Galeria Grupo No, Rio de Janeiro.
1976
"20 artistas brasileños", organizada pelo Centro
de Arte y Comunicación, no Museo de Belas Artes de Bahía Blanca, Argentina.
1977
1º Salão Carioca de Arte, Desenho e Gravura,
Rio de Janeiro.
Panorama de Arte Atual Brasileira,
Museu de Arte Moderna, São Paulo.
4º Salão Nacional de Artes Plásticas
do Estado de Goiás.
1978
1º Salão Nacional de Artes Plásticas, Funarte,
Rio de Janeiro.
Bienal Ítalo-Latino-Americana de Artes
Gráficas, Itália.
"Gravura carioca hoje: dezesseis novos gravadores", Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro.
1979
3º Salão Carioca de Arte, Palácio Gustavo Capanema, Rio de Janeiro.
1aªMostra de Desenho Brasileiro, Museu de Arte Contemporânea do Paraná, Curitiba.
"27 jovens gravadores brasileiros", Museo de Arte Moderno de Mendonza, Argentina.
II Salão Nacional de Artes Plásticas, Palácio da Cultura, Museu de Arte Moderna, Rio de Janeiro.
1980
"Gianguido Bonfanti, Fernando Barata, Vera Roitman", Galeria do Centro Cultural Cândido Mendes, Rio de Janeiro.
Panorama da Arte Atual Brasileira,
Museu de Arte Moderna, São Paulo.
3º Salão Nacional de Artes Plásticas, Funarte,
Rio de Janeiro.
2ª Bienal Ibero-Americana de Arte,
Cidade do México.
3ª Mostra Anual de Gravura Cidade de Curitiba, Fundação Cultural, Curitiba.
1981
"Pablo, Pablo: uma interpretação brasileira
de Guernica", Museu Nacional de Belas Artes,
Rio de Janeiro.
4º Salão Nacional de Artes Plásticas, Funarte,
Rio de Janeiro.
5º Salão Carioca de Arte, Estação Carioca
do Metrô, Rio de Janeiro.
1982
"Arteder 82", Bilbao, Espanha.
1986
"Sete décadas da presença italiana na arte brasileira", Paço Imperial, Rio de Janeiro.
1989
"O mestre à mostra", Escola de Artes Visuais
do Parque Lage, Rio de Janeiro.
"Gravura brasileira: 4 temas", Escola de Artes Visuais do Parque Lage, Rio de Janeiro.
1991
"Processo no 738 765-2", Escola de Artes
Visuais do Parque Lage, Rio de Janeiro.
1993
"O papel do Rio", Paço Imperial, Rio de Janeiro.
1997
"Projeto Brasil Reflexão 97/ arte contemporânea da gravura", Museu Metropolitano
de Arte de Curitiba.

1999
Mostra Rio Gravura, evento promovido
pela Secretaria Municipal de Cultura
do Rio de Janeiro, Espaço Cultural dos Correios, Rio de Janeiro.
2003
"Novas aquisições Coleção Gilberto Chateaubriand 2003", Museu de Arte Moderna, Rio de Janeiro.
2005
"A Imagem do Som", Paço Imperial, Rio de Janeiro.
2006
"A Imagem do Som", Paço Imperial, Rio de Janeiro.
2006
"A Imagem do Som", Huas Der Kulturen Der Welt, Berlin.
2007
"A Imagem do Som", Paço Imperial, Rio de Janeiro.
2007
"Auto-retrato do Brasil", Paço Imperial, Rio de Janeiro.


 
Fonte: . - 26/02/2007

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