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Artista : Antonio Araujo de Sousa Lobo - Antônio Araújo de Souza Lobo - Antonio de Souza Lobo
 
   
 
   
 
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BIOGRAFIA
 
Antônio Araújo de Sousa Lobo
1840-1909
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Desentendimento
na Academia

Nascido em Campos (RJ) e falecido no Rio de Janeiro. Matriculando-se na Academia Imperial de Belas-Artes em 1854, deixou-a em 1860, ao que parece inconformado com o prêmio concedido ao gravador Joaquim José da Silva Guimarães no Oitavo Concurso de Premiação, no qual foi preterido.

Pintor histórico e retratista, participou numerosas vezes, até 1884, das Exposições Gerais de Belas Artes, conquistando menção honrosa em 1865, segunda medalha de ouro em 1869 (com Tomada do Forte do Itapiru) e primeira medalha de ouro em 1876. Esteve também representado na I Exposição Geral de Belas-Artes, organizada em 1882 pela Sociedade Propagadora das Belas-Artes.

Sousa Lobo foi cenógrafo do Teatro Provisório e, até 1874, auxiliar de Carlos Alberico do Nascimento, restaurador da Pinacoteca Nacional.

Defensor da pintura
ao ar-livre

Com o escultor Almeida Reis e o arquiteto Rodrigues Monteiro fundara, já em 1861, a Acrópolis, uma associação que tinha por finalidades modernizar o ensino de arte, amparar e proteger os artistas.

Preconizando o contato direto com a natureza e o modelo humano, os mentores da Acrópolis opunham-se à orientação conservadora da Academia Imperial.

Sob certos aspectos, no que se refere a pintura de paisagem, preludiavam Jorge Grimm e outros pintores da geração seguinte, verdadeiros criadores da pintura ao ar-livre no Brasil.

Organizando o ensino

Sempre preocupado com os problemas do ensino artístico publicou Sousa Lobo, no mesmo ano em que desapareceu a Acrópolis, 1874, pequeno livro intitulado Belas Artes - Considerações sobre a reforma da Academia, no qual abarcava inúmeros tópicos, desde o programa do ensino e os seus métodos até os ordenados dos professores e a critica de arte.

Mas não ficou na teoria, aplicando ao vivo desde 1868 o que preconizava, em suas aulas do Liceu de Artes e Ofícios (onde teve entre seus discípulos José Maria de Medeiros), no Colégio Pedro II e, a partir de 1876, no Asilo de Menores Desvalidos, tendo sido ali professor de Desenho de Batista da Costa.

Paisagens e retratos

Sousa Lobo, que até 1890 manteve com o irmão, Carlos Alberico de Sousa Lobo, um ateliê destinado à execução de paisagens e retratos, bem como a restauração de pinturas, dedicou-se, para o fim da vida, à fotografia e à litografia, obtendo em ambas resultados excelentes.

Como pintor, sua obra é pouco extensa: alguns esboços, como Viagem do Imperador aos Estados Unidos, A Tríplice Aliança; uns raros retratos, como o de Pedro II da Escola de Belas-Artes do Rio de Janeiro e o de Floriano Peixoto, em tamanho natural, que fez para a Prefeitura de Florianópolis e foi seu último trabalho; algumas paisagens, como uma Vista da Baía do Rio de Janeiro, a Paisagem do Museu de Petrópolis (datada de 1886) e poucas mais; e ainda, na Igreja da Lapa dos Mercadores, no Rio de Janeiro, os painéis São Narciso, Cristo, São Pedro e São Paulo.

Fonte: CD Rom «500 Anos de Pintura Brasileira»
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Texto do livro de Laudelino Freire
"1816-1916 - Um Século de Pintura"
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Se não pôde ter sido como artista de largo descortino, cabe-lhe, entretanto, com justiça, um dos primeiros lugares entre os que mais se esforçaram pelos progressos da arte brasileira.

Presidiu, como Vitor Meireles, Zeferino da Costa e Pedro Américo, ao desenvolvimento da fase orgânica. À sua ação no magistério oficial e particular, muito se deve este ramo de belas artes, na formação das diversas gerações que se sucederam.

Natural de Campos de Goitacazes, onde nasceu a 26 de fevereiro de 1840. Estudou na Academia, tendo alcançado todos os prêmios: foi discípulo de Costa Miranda, Agostinho da Mota, Augusto Müller, Carlos do Nascimento e, finalmente, Vitor Meirelles.

Dedicou-se à pintura histórica e à de retratos. Os trabalhos mais importantes que produziu foram: O bo
 
Fonte: Cda - 16/11/2007

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