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Artista : Claudio José Barandier
 
   
 
 
 
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BIOGRAFIA
 
Claudio José Barandier
( ? - 1867)
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Nascido em França e falecido em São Paulo. Tendo realizado seu aprendizado artístico na terra natal, veio para o Brasil em fins da década de 1830.

Já em 1840, participou da I Exposição Geral de Belas-Artes, com o quadro Morte de Camões, bem como com retratos lhe mereceram uma indicação para condecoração.

Cercado de prestígio, desfrutando da proteção do Imperador Pedro II, fez carreira notável como retratista e, menos, como pintor de história, expondo ainda seus quadros em 1841, 1843 ("três retratos finamente modelados, e coloridos com sentimento", no dizer de Gonzaga Duque).

Em 1845 inscreveu A Filha de Jefté, "cuja expressão era cheia de calma e resignação, o colorido brilhante, o desenho correto", como escreveu Porto-alegre na Minerva brasiliense. Voltou a participar em 1846.

Transferindo-se mais tarde para São Paulo, dessa cidade remeteu, à Exposição de 1860, Costumes no Interior de São Paulo, e ainda uma Paisagem.

No próprio ano do seu falecimento, admitira como seu ajudante um menino de onze anos que outro não era senão o futuro grande pintor de naturezas-mortas Pedro Alexandrino.

Artista convencional, Barandier produziu retratos de boa fatura, caracterizados por sólido desenho e boa cor, mas menos felizes no que respeita à interpretação psicológica.

Fonte: CD-Rom «500 Anos de Pintura Brasileira»
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Texto do livro de Laudelino Freire
"1816-1916 - Um Século de Pintura"
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Residiu, durante muitos anos, nesta Capital, onde faleceu em 1867. Natural da França.


Estreou na primeira exposição geral, em 1840, com um painel, representando a Morte de Camões, tendo sido, dentre os expositores de pintura, o que mais se distinguira nesse certame.


O governo concedeu-lhe uma decoração por proposta da Congregação.


Era artista altamente considerado nas principais rodas do Rio de Janeiro, e freqüentador assíduo do Paço Imperial.


Fonte : Pitoresco
 
25/02/2007

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