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Artista : Zau Pimentel
Algumas Obras do artista...

                       
 
   
 
   
 
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BIOGRAFIA
 
Zau Pimentel nasceu em Salvador, BA, em 1963. Ensina artes plásticas no MAM - Museu de Arte da Bahia. Já participou de mostras coletivas em diversos lugares do Brasil e no exterior. Realizou mostras individuais na: Galeria Canizares - EBA - Salvador - BA, em 1988; Galeria de Arte Abaporú - Pelourinho - Salvador - BA, em 1994; Particularmente Zau - Museu de Arte Naif de Lile de France-VicQ - França, em 1995; Museu de Arte Moderna - Salvador - BA, em 1996.

Prêmios:
1989 - II Salão Baiano - Museu de Arte Moderna - Salvador/ BA - Brasil;
1990 - II Salão de Artes Visuais/ UFBa - Teatro Castro Alves - Salvador/ BA - Brasil;
1991 - I Bienal do Recôncavo - Menção Especial - Centro Cultural Dannemann - Cachoeira/ BA - Brasil;

Obras em Acervo:
Museu de Arte Moderna - Salvador/ BA - Brasil;
Museu de Arte Conteporânea - Feira de Santana/ BA - Brasil;
Centre de Arte Contemporaine de La Ville de Saint Quentin en Yvelines/ França.

"Em continuidade a seu programa de apoio e incentivo às artes plásticas na Bahia, o MAM apresenta hoje exposição de uma jovem artista, um dos nomes festejados da arte contemporânea da Bahia.
Trata-se de ZAU PIMENTEL, componente de nova geração, que hoje nos dá mostra de seu talento e criatividade, em obras de grande expressão plástica, onde através do figurativo vem atualizando e resgatando mitos da cultura universal."
Heitor Reis - Diretor do MAM-BA

"A pintura de Zau Pimentel aparentemente monocromática seduz justamente pela sua gestão de deliberada discrição. Sua matéria revela movimentos de cálculo criando adensamentos sem contudo perder a memória de camadas anteriores segredadas à retina. Não busca tomar-nos de assalto, mas sim unir-se às outras premissas de seu vocabulário: tempo, solidão e silêncio, que, aliados a sensíveis comentários cotidianos, elegem o perfil de uma cura que revela uma ascese voluntária pela maneira com que a artista poetiza a arquitetura do corpo e discute a vida sem agredir nem resignar, tão somente tornando claro o caráter de um princípio otimista, onde a alegria pela vida deve ser uma celebração, como é sua pintura.
Vauluízo Bezerra - Agosto/96

Fonte : Expoart
 
22/02/2007

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