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Artista : Carlo Carrà
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BIOGRAFIA
 
Carrà, Carlo
Quargnento, Alessandria, Itália, 1881
Milão, Itália, 1966


Artista de tradicional família piemontesa, vive intensamente diferentes momentos da Arte Moderna e de Vanguarda, quando conhece e atua com muitas das principais personalidades da Arte Moderna e das vanguardas européias. Como tantos intelectuais e artistas de sua geração, reúne-se com os amigos em cafés, onde discutem a necessidade de criação de uma cultura de seu próprio tempo.
Cedo manifestou sua vocação para o desenho e, órfão aos 9 anos, foi empregado por decoradores. Em 1900, foi trabalhar como decorador em alguns pavilhões da exposição Universal de Paris, evento que reuniu o que de mais moderno se produzia no mundo. Nesse período, conhece a obra de Delacroix, Géricault e Manet, bem como Renoir, Cézanne, Pissarro, Sisley, Monet e Gauguin, e, em Londres, a pintura de Constable e Turner. Participou, nesses anos, de grupos anarquistas e socialistas, chegando a presenciar o funeral do anarquista Galli que, ao voltar à Itália, reproduz, em 1912, na famosa obra I funerali dell'anarchico. Freqüenta a Academia de Brera entre 1906 e 1909.
Em 1910, após encontro com o poeta futurista Marinetti, elabora, com Boccioni, Russoli, Balla e Severini, o Manifesto da Pintura Futurista, que conclama a todos a demonstrarem coragem, audácia e revolta, exaltando a velocidade, a guerra e o patriotismo. Em 1914, convive com o poeta e crítico da Arte Moderna, Apollinaire, bem como com Modigliani e Picasso. Carrà colabora com esse movimento, que foi o primeiro movimento de vanguarda, até 1915, quando parte em busca do equilíbrio necessário entre a arte e tradição, entre natureza e arte. O MAC USP não conta com obras dessa fase.
Terminada a guerra, durante a qual encontra De Chirico e De Pisis, produz algumas obras em estilo metafísico. No primeiro pós-guerra, participa da fundação de movimentos que preconizam a volta à arte tradicional pré-renascentista: Valori plastici, Noveccento e Chiaroscuro, que desempenharam importante papel na cultura italiana até a Segunda Guerra Mundial. Em sua autobiografia, afirma que, a partir de 1922, decidiu ser apenas ele mesmo, produzindo uma pintura simplificada e de volta à natureza e à realidade, em busca de Deus e do significado da vida. Em 1942, expõe 114 obras na Pinacoteca de Brera.

Gabriela Suzana Wilder/Mac







 
19/02/2007

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